Gerenciamento de frotas no seu bolso

O controle fixo para na portaria
Quase todo programa de controle de álcool no trabalho gira em torno de um único ponto: a entrada. O aparelho fica na portaria, e quem nunca passa por ali nunca é testado.
Equipes em obras remotas, motoristas que iniciam o turno em um pátio distante, técnicos que saem de casa direto para o cliente — todos ficam fora do programa. Isso não é falha de política interna. É um problema de onde o equipamento está instalado.
Como funciona o teste móvel
O SYSDO agora se conecta a um bafômetro portátil via Bluetooth, então o teste viaja com o supervisor em vez de esperar em uma porta. O aparelho se conecta ao app SYSDO, o teste leva segundos e o resultado entra no registro do funcionário com data e hora.
Sem formulário em papel, sem planilha separada, sem transcrever nada depois. O registro é gravado no momento do teste, pelo mesmo sistema que já tem os dados de ponto.

The device pairs over Bluetooth — no cables, no docking station.
Um teste avulso é uma conversa. Um teste que se grava sozinho no registro do funcionário é documentação — e documentação é o que se sustenta quando alguém contesta seis meses depois.
Passo a passo
Antes do teste
Segure o botão do bafômetro por sete segundos para ativar o modo aplicativo. No app SYSDO, abra Menu → Ferramentas → Teste de álcool. O app procura o aparelho ativo mais próximo e conecta por Bluetooth sozinho.

Durante o teste
Selecione o funcionário na lista. O app orienta o supervisor durante o aquecimento do sensor e o momento de assoprar, e confirma quando a amostra é válida. Alguns segundos por pessoa, do início ao fim.

Depois do teste
O resultado aparece no celular na hora — verde dentro do limite, vermelho acima dele. Um resultado acima do limite dispara o que estiver configurado na conta, incluindo um alerta por e-mail ao supervisor.
Cada teste permanece no histórico daquele funcionário e aparece nos relatórios do SYSDO junto com os dados de ponto. Não há nada para arquivar.
Onde isso muda o dia de verdade
Frotas e motoristas de entrega
Motoristas que saem de um pátio, do cliente ou da própria garagem podem ser testados antes do turno começar, não depois de já terem dirigido. Combine com a identificação do motorista e o registro mostra quem fez o teste e quem pegou o veículo.
Para quem toca uma operação de gestão de frotas, isso fecha uma lacuna real: o registro do veículo e a pessoa ao volante finalmente descrevem o mesmo evento.
Construção e máquinas pesadas

Obras se movem. Um terminal fixo não. O supervisor pode fazer testes aleatórios em quem estiver no canteiro naquele dia, incluindo terceirizados que nunca entram em um prédio da empresa.
Para equipes que operam máquinas pesadas, o teste acontece onde a máquina está — que é o único lugar onde ele significa alguma coisa.
Serviço em campo e equipes remotas
Técnicos despachados direto para o cliente não têm portaria nenhuma para atravessar. O supervisor com o app e o aparelho faz o teste ao lado do veículo, registra e segue. O registro é atualizado antes da van sair.
Manter o aparelho confiável

Calibração não é opcional. O aparelho deve ser recalibrado a cada seis meses ou a cada 300 testes, o que vier primeiro — e o SYSDO avisa quando chega a hora, então ninguém precisa controlar isso no papel.
Para uma leitura limpa, espere pelo menos 20 minutos depois de comer, beber ou fumar. Álcool residual na boca de uma bebida recente ou até de uma bala de menta infla o número e entrega uma discussão no lugar de um registro.
Cada aparelho é registrado na conta pelo IMEI, impresso na embalagem e embaixo da bateria. Enquanto não estiver registrado, o app não atribui as leituras a ninguém.
Quando a portaria ainda é o lugar certo

O teste móvel não substitui a entrada. Ele cobre o que a entrada não alcança.
O SYSDO também integra com um bafômetro fixo ligado ao terminal de ponto e ao controle de acesso, de modo que a porta ou catraca abre apenas com leitura limpa. O funcionário se identifica por cartão, chaveiro, digital ou reconhecimento facial, o sistema pede a amostra e o acesso depende do resultado.
Uma leitura acima do limite ou uma recusa notifica o supervisor na hora. Essas leituras entram no mesmo registro que as móveis — um histórico só, duas formas de alimentá-lo.